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Data de entrada: 1 de set. de 2018
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O texto do Eduardo coloca pertinentemente a questão da priorização de áreas de conhecimento mas, a meu ver, o argumento elaborado para criticar a atual política das agências governamentais priorizando as áreas das exatas ou da natureza para investimento, pelo fato de apresentarem um retorno econômico mais  visível, enquanto as ciências humanas impactaria o sistema cultural e politico, não toca no ponto fundamental do problema da politica de priorização do governo federal. A meu ver, a politica de priorização do gov. federal devia ser colocado de ponta-cabeça, ou seja, as áreas das exatas deveriam, se já não  o fazem, buscar recursos junto ao mercado de financiamento e as politicas públicas governamentais deveriam priorizar aquelas áreas menos sensíveis às demandas de mercado mas estratégicas em termos de suporte tecnológico à  formulação de políticas  publicas, inclusive aquelas do próprio setor econômico. De outra parte, devemos, a meu ver, separar investimentos para área de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e investimento para ensino e educação. Claramente as bolsas pbics ajudam, e muito, na melhoria de formação de alunos e na qualidade dos curso de graduação e, neste caso, não há porque haver critérios de priorização de áreas cientificas, qualquer área de ensino deve ser alvo de políticas de melhoria de sua qualidade. Bem, fico por aqui e reafirmo que gostei bastante do artigo por levantar questão tão relevante para discussão da política de ensino superior e desenvolvimento tecnológico.

Ab Antonio Augusto

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